sexta-feira, 12 de outubro de 2012

CHIQUINHA E BILILIU, MINHAS COMPANHEIRAS DOS IDOS DA INFÂNCIA, POR ONDE ANDARÃO?



MEMÓRIAS DA INFÂNCIA
Lúcia Helena Pereira



 Eu tinha cerca de dois anos e meio, quando iniciei, por exigência de mamãe, aulas de alfabetização com Valdinha (Valdecir Vilar de Queiroz Soares). Que doce e suave presença humana em minha vida! Sua casa cheirava a flores. De longe sentíamos os aromas do seu jardim - um verdadeiro éden - espargindo dos cravos, dálias, jasmins, rosas, bogaris, resedás, margaridas e outros espécimes vegetais que enchiam meus olhos desse encantamento. Na casa branca havia um terraço adornado com um conjunto de cadeiras de ferro; jarros com beijos de várias cores; a cisterna (provocando-me uma sensação indizível) cortejada pela poética sombra de um caramanchão, cuja trepadeira exibia em seus galhos, pequeninas e mimosas rosas. Relembro as árvores do quintal: os pés de carambolas, laranjas da terra, pitangas, maracujás (imiscuindo-se nesse reino e acasalando-se com a exuberante trepadeira). Ainda ouço, como se fosse hoje, a cantiga das cigarras envaidecidas seduzindo aquele cenário! Ao sair da aula, diariamente, lá estavam em minha casa, as minhas companheiras dos dias distantes da infância: Chiquinha e Bibiliu. Suadas e esbaforidas, com os cabelos arrepiados, logo anunciavam roteiros magistrais (que causariam inveja em Monteiro Lobato), num palavreado delicioso (pareciam anjos com suas trombetas): “Luça, tu nim sabe qui vimo um sapo seco e isturricado. Tava virado de papo pra riba, pertim da arvre da isquina do berro (a esquina da minha casa, onde um carneirinho apartado da cabra berrava, em dilacerante mágoa). O danado do sapo tá é dando siná de coisa rim, vombora logo interrá o bicho nojento, mode num pegá rindade im nós...” Elas deveriam ter entre cinco a seis anos (pareciam gêmeas). Eram alegres, criativas, sempre satisfeitas, irradiando felicidade (de onde viria a felicidade dessas humildes criaturas, que amanheciam e anoiteciam em nossa casa?). Muito astuciosas (longe dos olhos de mamãe e de Babá), certa vez apareceram com massa crua de pão e fomos para o quintal da minha casa. Lá, elas fizeram bonecos e bichinhos, utilizando caroços de frutas para fazerem os olhos e outros detalhes. Estavam “com a mão na massa” quando surgiu o dono da padaria (“c´as venta inguá os bueiros do ingenho baforando fumaça”) - segundo Bililiu. Estava diante de nós o dono da padaria que foi logo narrando o acontecido: “São essas duas espevitadas, senhor Abel e dona Áurea, mal tive tempo de impedir que me levassem boa porção de massa, logo deram no pé. São umas pestes, não deviam deixá-las com a filha de vocês...” (desabafou irritado). E papai, com a sua peculiar bondade, lhe disse: “Ora meu caro, são apenas crianças, pagarei os prejuízos..." Mamãe me proibiu de brincar com as meninas durante uns dias restringindo-me ao lazer com a mana Iara e algumas primas. Depois lhe pedi que mandasse buscar minhas amiguinhas. No dia seguinte, ao sair da aula, as minhas tristezas foram recompensadas com a chegada barulhenta das diletas companheiras, que, alheias às humilhações sofridas anteriormente traziam uma euforia contagiante: “Si Luça subesse, conto a gente brincô! Cumemo bolo de fubá na casa de dona Rosinha, a moça véia da Ingreja, que deu retaios mode nóis fazê vistidim pras bunecas. Fizemo de chita, de fustam, de bolinha e preguemos inté butão de ôro. Fumo vê armá o circo qui tinha girafa, lião, trigue, macaco e vimo os povo si pindurando n´aquelas corda cum tárbuas in tempo de cairim” (eram os trapezistas Mascotinha e Roger ensaiando para se apresentarem no circo Nerino). Impregnada das emoções daquelas novidades, essas “cenas” me pereceriam, hoje, ilustrações de um livro, do escritor Louis Carrol, deixando-me penetrar, a cada instante, no reino encantado das maravilhas de alguma Alice. Eu tinha esse mundo em minha cabeça e em meu coração. Vivia-o com intensidade, sempre distante dos rigores de minha sábia mãe e dos olhares de Babá (Regina Dias). Num desses dias de chuva forte (o vale ficava carregado de nuvens choronas), elas chegaram como presenças ensoloradas, sorrindo, pinotando, cantarolando e alegrando o ambiente. Traziam, com orgulho ímpar, um cachinho de flores “fisgado” dos jardins espalhados pelos caminhos. Bililiu, bem mais falante, fez uma leve vênia e disse: “Florinha mode Luça infeitá seu artá” (um oratório que mamãe colocara em meu quarto e de Iara, onde a imagem de Nossa Senhora da Conceição se destacava). Depois, foram tirando da mochila de pano que sempre traziam com elas,  papel prateado (que revestia as carteiras de cigarros). Com esses papelotes elas colavam uns nos outros (a cola era artesanal, feita em casa). Ao secarem, davam um acabamento nas bordas brancas, com anilina de cores variadas (da caixa de trabalho de mamãe) e estavam prontos os colares. Dias depois, quando as chuvas saíam de férias, ficávamos no calçadão da minha casa, sentadas em tamboretes da cozinha para vendermos os colares. Elas imploravam: “Compre um colá que é do Rio de Janeiro: esse roxim e esse azuzim custam um tustãozim, o de prata é doistões. Cheque, se avexe, compre ó meno um...” No final da tarde, os colares estavam amassados e desbotados e o humilde comércio, logo falido! Eram brincadeiras inocentes, sem nenhuma malícia. Falando nisso, um dia fomos à casa de dona Amélia Barroca, perto da linha do trem, na mesma rua em que morávamos. Ela vendia as mangas rosas mais belas e perfumadas, enfurnadas num baú de madeira. Logo na entrada viam-se vários pés de malícia que Chiquinha e Bililiu cantavam: “Sai malícia, teu nome é priguiça, vai drumi n´outo pasto qui aqui ocês num tem vez!” E dona Amélia abria um sorriso largo e nos abraçava dizendo palavras carinhosas e presenteando-nos com as saborosas mangas. Que terna lembrança dessa boa senhora! Creio que Chiquinha e Bililiu continuam brincando, em algum lugar, trepadas em mangueiras, goiabeiras, assobiando como os passarinhos, olhando os circos e fazendo figurinhas com massa crua de pão. Onde estarão? Como reencontrar esses “mitos” da infância? Essas vozes que acodem-me em momentos de contemplação e de poesia?
 “Arre, Luça, tás pirigando pegá catapora de nóis. Ramo vê cumo vai ficá se coçando, cum a cabeça duendo e os óios pegando fogo cumo brasa. Mai tem que ficá na cama e tumá bain cum fôia de sarsa isquentada, mode muxá as boinhas"(bolhinhas) dizia (Bililiu).
  “Eu num digo nadim e só vô alertá uma veiz, pra num dizerim qui sô rim: o tá de Zeca qui mora pertim do cimitero anda vendo arma de tudo que é gente. Ele viu arma inté do finado Suares. E cumo é qui uma arma doutro canto vem isbarrar pur essas banda? Vomboro usá figa mode afastá essas arma. Tô inté tremendo cumo vara verde e num duvidio qui esse cundenado vem pegá in n´eu hoje de noite!” (dizia Chiquinha, nervosamente, na sua ingenuidade). 
 Essas palavras ressoam em meus ouvidos, como sinfonias diletas.
E quanta saudade sinto!!!


Lúcia Helena Pereira

Nota: Fiz questão de usar a linguagem delas.

quinta-feira, 13 de setembro de 2012

DEPOIS DA EXPOSIÇÃO NA FJA, SUZANA E EU FOMOS AO DOUCE FRANCE. NOITE AGRADÁVEL, MOMENTOS FELIZES.

NO DOUCE FRANCE ENCONTRAMOS OS AMIGOS: MARICÉU E MARCÍLIO DIAS DE OLIVEIRA. A NOITE FOI CURTA PARA TANTAS E BOAS RECORDAÇÕES DA NOVELA "GABRIELA" COM SEU BATACLAN TÃO FREQUENTADO! MAS ESSES AVÓS SÃO CORUJAS COMO EU E NEM SEI DIZER QUEM É MAIS APAIXONADO PELA NETINHA ISABELLE, SE MARICÉU OU MARCILIO!
 
E CHEGA IVEN BEZERRA A RECORDAR COISAS DE SANTA CRUZ/RN! DEUS DO CÉU, ELE VEIO COM UMA BAGAGEM SENTIMENTAL RIQUÍSSIMA, INCLUSIVE DE SUA AVÓ, QUE FOI A PRIMEIRA PROFESSORA DO LUGAR!!! SUZANA, ESCRITORA E LOGO UMA POETISA, ENCHEU-SE DE TERNURA.
 
LÁ PELAS 21:30 CHEGA BETUCA (ALBERTO), COM O SORRISO FARTO, A DELICADEZA E LOGO FAZ OS CLIQUES PARA O BLOG DO DOUCE FRANCE, ALÉM DO CORDIAL CUMPRIMENTO A TODOS.
 ABRAÇA SUZANA POR QUEM NUTRE GRANDE TERNURA E ELA SE DERRETE NOS BRAÇOS DO NEGO!
 
OS ESCRITORES COM SEUS LIVROS, FAZEM A LITERATURA NOTURNA:
SUZANA GALVÃO E ZÉ DUDU VILAR
E OS MEUS BONS AMIGOS TÊM UMA FILHA, LARISSA MARINHO - PHOTOGRAPHY - COM EXPERIÊNCIA NO EXTERIOR. JÁ MORANDO EM NATAL, CRIOU SEU PRÓPRIO SITE:
www.larissamarinho.com.br (contato: 84 8866 6989
APROVEITEI  OPORTUNIDADE E CRIEI UM MOMENTO DE AUTÓGRAFOS PARA SUZANA. E DEU CERTO. TALVEZ FAÇAMOS O MESMO NESTE SÁBADO, NO
MIDWAY MALL, LÁ NO SANTA CLARA.
 
SUZANA JÁCOME GALVÃO, A MOÇA BOA, MUITO CORRETA, QUE TANTO AMA SEUS DOIS FILHOS, TENDO JOÃO VITOR INSPIRADO CUIDADOS MAIORES ULTIMAMENTE, COM A SAÚDE. QUE DEUS O PROTEJA E ELE FIQUE DEFINITIVAMENTE CURADO.
ZÉ DUDU NÃO DEIXOU POR MENOS E FOI PEGAR DOIS DOS SEUS LIVROS NO CARRO E OFERECEU-OS A MIM: "AGORA OS ÍNDIOS SOMOS NÓS" - LIVRO DE CRÔNICAS SOBRE VÁRIOS ASSUNTOS, QUE TEREI O PRAZER DE LER. O OUTRO FOI AUTOGRAFADO HÁ POUCO TEMPO: "JORNALISMO AMBIENTAL"
ZÉ DUDU - JOSÉ EDUARDO VILAR CUNHA
PROFESSOR DA UFRN/ ENGENHEIRO MECÂNICO/ JORNALISTA E ESCRITOR

MARICÉU, MARCILIO, LUCIA HELENA E SUZANA

sábado, 8 de setembro de 2012

MENSAGEM EVOCATIVA DA ESCRITORA E MEMBRO DO IHGMA - DILERCY ADLER, SOBRE SUA VISITA AO PALÁCIO DOS LEÕES, EM 07-08-2012..

DILERCY ADLER

Prezada Presidente, Telma Bonifácio, Prezados Confrades e Prezadas Confreiras,

Atendendo à solicitação da nossa Presidente do IHGM, compareci (hoje, dia 07/09/2012), ao coquetel, em comemoração ao aniversário de São Luís, oferecido pela Governadora do Maranhão, no Palácio dos Leões.

Como o Palácio do Governo do nosso Estado é belo! Claro que eu já o conhecia, mas ao revê-lo todo iluminado, salões abertos relembrei de como é belo!! A Praça Dom Pedro II também, com todos os seus prédios iluminados me fizeram retornar à infância e relembrei o grande e belo desfile estudantil de há 50 anos, quando eu, com 12 anos, desfilei à frente de toda a Escola Normal juntamente com o seu Ginásio (o Ginásio Estadual de Educação). Eu vestida com a minha Farda de Gala levava toda a Escola com seus muitos alunos. Não me lembro da quantidade exata de alunos. Sei que toda a escola desfilou à frente do Palácio, onde na sacada principal estavam as autoridades do Governo, à época.

Hoje, à frente do Palácio teve uma belíssima apresentação do Coral São João, a seguir no Jardim do Palácio (Para quem não sabe, fica atrás do prédio do Palácio. E é famoso por sua inigualável beleza e vista panorâmica que dele se descortina para a Bahia de São Marcos, que tem suas ondas lançadas em ritmo cadencial à forte murada de pedra construída pelos escravos - a nossa Beira-Mar).

Finalizando, gostaria de, através desta mensagem, cofirmar a minha ida ao Palácio dos Leões e também relatar a emoção despertada no tempo que lá fiquei!

Saudações Gonçalvinas,
Dilercy Adler

quinta-feira, 6 de setembro de 2012

MENSAGEM DA GRANDE ESCRITORA E MEMBRO DO IHGMA, DILERCY ADLER.

INSTITUTO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DO MARANHÃO.
 
DILERCY ADLER

Queridos Frei Zacarias, Profa. Angélica, queridas Coordenadoras e professora, queridos alunos da EPFA,

Quero agradecer em meu próprio nome, em nome dos promotores do Projeto "Mil Poemas para Gonçalves Dias", em nome do IHGM, em nome do IHGC, o carinho, o engajamento total e irrestrito que a Escala Paroquial Frei Alberto vem dedicando ao Projeto "Mil Poemas para Gonçalves Dias".


Essa dedicação é notória desde o início do Projeto. Desde o primeiro contato estabelecido a EPFA abraçou o Projeto:

- Iniciou o trabalho na sala de aula envolvendo os professores e os alunos em pesquisas e produções das poesias (como resultado das pesquisas encontraram e divulgaram para todos nós, a grande surpresa de que, em 1958, o samba enredo da Mangueira, foi a "Canção do Exílio de Gonçalves Dias");

- promoveu a seguir um evento para a divulgação dos trabalhos desenvolvidos na própria Escola. E na ocasião, além das declamações dos alunos, apresentaram artisticamente, as poesias num mural, e a Louvação a Gonçalves Dias foi encerrada ao ritmo da Samba da “Canção do Exílio”, com um lanche e muita alegria por parte dos presentes;

- Ontem (05/09/2012), no Palácio Cristo Rei, integrando a Programação do Projeto "Mil Poemas para Gonçalves Dias", dentro da Programação do Seminário de encerramento dos Ciclos de Debates, sobre a fundação de São Luís, promovidos pelo IHGM foram apresentados aos presentes os trabalhos da EPFA em homenagem a Gonçalves Dias (declamação de poesias por alunos e uma professora e a apresentação do samba enredo da Mangueira). O resultado foi como sempre, além do esperado pois, além do brilho da magnífica apresentação, todos (desde o diretor) foram vestidos com a camisa do Projeto “Mil Poemas para Gonçalves Dias”, com uma bela foto de Gonçalves Dias. Detalhes que mostram a dedicação que a EPFA (através de todos os seus segmentos) vem dedicando ao Projeto.

Esse belo exemplo me remete ao meu livro TINKUY (e do poeta peruano, Feliciano Mejía, que deu nome ao livro), cujo nome significa “acumulação de forças”, que na língua antiga dos INCAS- significa, de modo geral “Encontro” e ainda o TINKUY é uma das três partes do tempo andino (que é circular e não linear), assim representados: o Paikiki, o Sapo; o Paichakuti, a Serpente e o TINKUY, o Puma, que é o limite de acumulação dessas forças. Assim, neste encontro do Projeto "Mil Poemas para Gonçalves Dias" com a EPFA se produziu uma acumulação de sensibilidades e nas palavras de Feliciano Mejía, que agora faço minhas também:

“Mientras tanto El Sapo, El Puma y La Serpiente singuem danzando em América Del Sur.
Y yo contento grito:Evohé!!!”

Que mais TINKUYs aconteçam em nossas vidas, em nossa São Luís, no nosso Maranhão, no nosso Brasil, na nossa América do Sul e no nosso mundo inteiro!


Saudações Gonçalvinas,

Dilercy Adler

quinta-feira, 23 de agosto de 2012

ROTEIRO DA UBE/RN, COM A PRESENÇA DO ESCRITOR CUBANO - FÉLIX CONTRERAS.

EDUARDO ANTONIO GOSSON 
FÉLIX CONTRERAS 
HORÁCIO PAIVA 
AUTÓGRAFOS EM 28-08 NA ANL, ÀS 19H 
Estimados Confrades e Confreiras da UBE/RN e ANL:

É com imensa alegria que convidamos Vossa Senhoria para participar da palestra - Poesia Cubana:Ontem e Hoje - com o poeta cubano Félix Conteras e lançamento do livro A TORRE AZUL do confrade Horácio Paiva.


Eduardo Antonio Gosson e Diógenes da Cunha Lima
UBE/RN ANL

PROGRAMAÇÃO

SÁBADO, 25
. O poeta chegará no vôo da TAM às 23h30 no aeroporto Internacional Augusto Severo.

DOMINGO, 26

. Almoço por adesão no restaurante Tábua de Carne da Avenida Engenheiro Roberto Freire, a partir das 12h (confirmar participação pelo e-mail poemar705@hotmail.com ou 84 - 8821 5195, até sexta-feira ao meio dia, para que possamos fazer as reservas).

SEGUNDA, 27

.Visita ao presidente da Academia Norte- Riograndense de Letras, poeta Diógenes da Cunha Lima e entrevista coletiva no seu escritório da Av. Hermes da Fonseca (a comunicar o horário).


TERÇA, 28
.palestra na ANL, às 19h: Poesia Cubana: ontem e hoje
.Saudação ao poeta Félix Contreras pelos poetas Eduardo Gosson e Lucia Helena.

QUARTA, 29
.Visita ao verde Vale em Ceará-Mirim/RN sendo recepcionado pelo Exmo. Senhor Prefeito com banda de música, repicar de sinos da Matriz de N.Sra. da Conceição (com os agradecimentos ao Pe. Bianor), visita aos engenhos: Verde-Nasce, Mucuripe e casario. Almoço oferecido pela Edilidade para 15 a 20 pessoas.(confirmar participação pelo e-mail poemar705@hotmail.com
até segunda-feira, para que possamos organizar a ida e a vinda dos Ubeanos). Previsão da nossa saída para o vale verde tipo 7: ou 7:30, para que haja tempo suficiente para cumprimento todo o roteiro em Ceará-Mirim.


QUINTA, 30
. lançamento do livro A TORRE AZUL do confrade Horácio Paiva às 18h na ANL e jantar por adesão no CAMARÕES antigo em comemoração ao aniversário de Horácio Paiva.

SEXTA, 31
.livre

SÁBADO,01
.Churrasco de Cabrito em Taipu/RN na fazenda de Horácio Paiva (a marcar o horário de saída).

DOMINGO, 02
.retorno do poeta para São Paulo”.


Organização:

União Brasileira de Escritores - UBE/RN e Academia Norte-Rio-Grandense de Letras

Apoio:
Praiamar Natal Hotel & Convention
ÁGUA DE CHEIRO - ÁGUA MINERAL CRISTALINA - PREFEITURA DE CEARÁ-MIRIM - WWW.VERSATILNEWS.COM.BR (Toinho Silveira) - WW.LIEGEBARBALHO.COM ( Liége Barbalho) E IMPRENSA ESCRITA - DIÁRIO DE NATAL - Jornalista Sérgio Villar.
TRIBUNA DO NORTE, JORNAL DE HOJE.
PADRE BIANOR
Agradecimentos a Denise e Arnaldo Pereira Gaspar, Rui Pereira Júnior e o sr. Cláudio Queiroz: Engenho Mucuripe.
Agradecimentos a Herbert Washington Júnior - Engenho Verde Nasce.

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

ALFRED ASIS ABRE ESPAÇO PARA MAIS UMA ANTOLOGIA: MIL POEMAS A MIGUEL HERNANDEZ - POETA ESPANHOL.

MIL POEMAS A MIGUEL HERNANDEZ


DESPUÉS DEL ÉXITO DE LOS “MIL POEMAS A PABLO NERUDA” Y LOS “MIL POEMAS A CÉSAR VALLEJO”
LES INVITAMOS A SER PARTE DE ESTE TERCER PROYECTO MUNDIAL QUE RECORRERÁ EL MUNDO.
UNA OBRA DE AMOR, SOLIDARIDAD INCONDICIONAL PARA DAR OPORTUNIDADES A LOS EMERGENTES Y NIÑOS QUE SE INICIAN EN LAS LETRAS JUNTO A LOS CONSAGRADOS, EN UN HOMENAJE A LOS GRANDES DE LA HISTORIA.

VER RECORRIDO POR PERÚ CON CÉSAR VALLEJO:
http://youtu.be/ApIs9_0mkkI
SE ACABA EL TIEMPO, SOLO HASTA EL 31 DE AGOSTO SE RECIBIRÁN LAS OBRAS PARA EL LIBRO DE ORO A MIGUEL HERNÁNDEZ DE ESPAÑA
PUEDES ENVIAR MÁS DE UN POEMA, SIEMPRE A MIGUEL HERNÁNDEZ, SU VIDA, OBRA, VIVENCIAS, EN PROSA, VERSO, ENSAYO O NARRATIVA
Sin costo alguno, solidariamente e incondicional participación.

Abrazos
Alfred Asís
www.alfredasis.cl

sexta-feira, 3 de agosto de 2012

UM TOQUE DE AMOR E FÍSICA, PODE CURAR NOSSAS DORES. NESTA PÁGINA, CRIO UM SLOGAN PARA A APRESENTAÇÃO DESSE GÊNIO DA FÍSICA QUANTUM - ANANIAS RODRIGUES CHAVES FILHO - DEDOS QUE PODEM CURAR!



ANANIAS RODRIGUES CHAVES FILHO
O nosso biografado de hoje é o Dr.Ananias Filho.

"Paraense, ele é o segundo filho de uma família de oito irmãos. Formado em Engenharia Mecânica em 1982 pela Universidade Federal do Pará (UFPA), chegou a Natal um ano após sua graduação, onde passou a desenvolver a atividade de engenharia de manutenção em equipamentos da indústria do petróleo. Nessa atividade descobriu a aplicação da Nanotecnologia nas áreas de lubrificação de equipamentos e combustão a diesel, gasolina e gás natural, o que promove um confortável aprendizado tecnológico, abrindo possibilidades de convivência com fabricantes de produtos de tecnologia de ponta. Começou a estudar terapia quântica depois de um longo período de envolvimento com a Física Quântica, matéria que sempre esteve presente em sua trajetória acadêmica. Os achados teóricos encontrados na convivência com o universo da Física Quântica, preferencialmente os relacionados com a transmissão e recepção de energia, sensações e emoções promovidas em todos os seres vivos e, em particular, o ser humano, promoveram uma busca por processos de aplicação dessas teorias de forma terapêutica. Todos os artigos e livros sobre o assunto foram fervorosamente absorvidos, o que o levou a conhecer a HOMEOSTASE QUÂNTICA DA ESSÊNCIA, terapia ainda pouco difundida, cujo principal foco é a “Limpeza Interior”. O envolvimento com o TOQUE QUÂNTICO aconteceu após seu encontro com um praticante de larga experiência. Na oportunidade, recebeu de presente, desse praticante, sua amizade e literatura de Richard Gordon específica sobre essa terapia. Aprendeu de forma autodidata, aplicando em amigos e familiares por pelo menos sete meses. Todavia, sentindo a necessidade de um entendimento pleno de suas sensações, de como controlá-las e aplicá-las, procurou a qualificação adequada com instrutor devidamente credenciado para tal, de acordo com o Quantum-Touch, Inc. CA. USA. Em 2012 foi certificado como Terapeuta Quântico, praticando essa importante terapia de forma pessoal ou à distância, e mesclando-a com as terapias HOMEOSTASE QUÂNTICA DA ESSÊNCIA (HQE) e EMOTIONAL FREEDOM TECNIQUES (EFT). O Toque Quântico é uma terapia que faz uso de energia para provocar alterações e correções quer no corpo. quer a nível emocional. O Toque Quântico eleva a frequência energética do terapeuta para níveis bastante elevados conseguindo dessa forma, resultados físicos e emocionais, sendo capaz de produzir alterações (correções) físicas impossíveis ou muito difíceis de se conseguirem com outras abordagens. Esse é um método do qual faz uso de um toque muito suave e da transmissão de energia criada pelo terapeuta/facilitador, que ativa os processos de cura da pessoa ou paciente. Suas técnicas estão focadas no despertar da consciência corporal, redimensionando o significado de corporeidade. Tocar e ser tocado torna-se uma experiência global e unificada. Sem espessura de tempo, ocorrem na duração do agora, transgredindo a espacialidade corporal e a lógica da realidade causal. Seu uso requer a aprendizagem de habilidades específicas, centradas na amplificação da energia da força vital, bem como no desbloqueio, reestruturação e blindagem do campo energético humano. Sua prática é mediada pela intersubjetividade afetiva dos praticantes durante o tratamento".


A fibromialgia e outros infratores da nossa pobre matéria, são minimizados a partir do "toque".
Que benção!

Contato: 9456 7475 - CLARO - 9966 9529 - TIM rodrigues.chaves.2@gmail.com